Taxa de condomínio

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Chamamos de condomínio algo que pertence a mais de uma pessoa e todas têm o mesmo direito sobre o todo e cada uma de suas partes, ou seja, cada condômino tem assegurado uma fração.

Quando moramos em um prédio, residimos em um condomínio e os moradores são condôminos.

Mas o que define o valor do condomínio, se paga todo mês, quem paga?

Essas e outras perguntas nós, da Patrimonial, responderemos hoje para você! Vem ler nosso Blog.

A origem do termo condomínio

A palavra condomínio, tem origem do latim condominium, que traz sentido a quando existe um domínio de mais de uma pessoa simultaneamente de um determinado bem, ou partes de um bem.

O condomínio é a copropriedade, onde existem diversos proprietários titulares de direitos sobre determinado bem.

O condomínio edilício é aquele em que há partes COMUNS e partes EXCLUSIVAS, ao passo que no condomínio tradicional existem diversos proprietários onde todos detêm a propriedade em comum, sem individualizações.

O que determina o valor do condomínio?

Ao contrário do que se imagina, não é a área de lazer, piscinas, churrasqueiras, ou a localização do prédio que em suma determina o valor da cota mensal do condomínio paga pelos moradores.

Na realidade é o número de funcionários e o total de apartamentos de cada prédio, basicamente, que definem o quanto cada condômino irá pagar de taxa por mês.

Mas Patrimonial, porque o condomínio na Zona Sul sempre é mais caro do que os imóveis na Zona Norte?

Na Zona Sul as taxas de condomínios geralmente são mais altas porque concentram-se ali, empreendimentos com um número menor de unidades, logo quanto menos apartamentos, menor é o número de pessoas para dividir as despesas.

Além disso, na região também são pagos, em média, salários maiores para zeladores, porteiros e faxineiros, pois quanto maior o padrão do imóvel, maior é a exigência da qualificação dos funcionários, o que tem impacto direto sobre o valor do salário.

Além da folha de funcionários, as despesas como o consumo de água, gastos com energia elétrica, as despesas com contratos de conservação e manutenção, como por exemplo os elevadores, bombas, para-raios e portões, também estão inclusas no valor do condomínio.

Leia também: Principais cuidados ao escolher um imóvel usado

Como é feito o cálculo da taxa de condomínio?

Podemos ter o condomínio como uma taxa fixa ou como um rateio feito mensalmente.

Para calcular a taxa de rateio, são analisadas as despesas do mês anterior, dividindo-as pelo número de unidades.

Já para calcular a taxa fixa, em vez de analisar apenas o mês anterior, são analisados vários meses e dividido pelo número de unidades.

É possível também o valor ser diferente de acordo com os tipos diferentes de apartamentos como área privativa e cobertura ou até mesmo o número de vagas de garagem.

A taxa pode ser calculada por quota, quando os apartamentos apresentam características distintas, logo esses moradores ocupam um espaço maior do condomínio ou no caso de um imóvel com piscina, o gasto com água pode ser maior.

Assim o custo também será proporcional.

Essa divisão é baseada na Convenção de Condomínio, o documento que estabelece as regras daquele condomínio em específico.

Para ilustrar sugerimos:

– Some todas as despesas do condomínio, como por exemplo: pagamento dos empregados, conta de água (hidrômetros individuais), energia consumida pelas áreas comuns (elevadores, iluminação, entre outras).

– Faça uma projeção desse valor para 12 meses. Ou seja, calcule o quanto você gastará durante um ano.

– Utilize um índice de inflação para ajustar esse valor, já que os custos aumentarão no futuro.

– Despesas extras, como obras previstas, podem ou não serem acrescidas a esse valor.

– Divida o montante final pelo total de apartamentos ou casas.

– O valor individual vai, então, para aprovação em assembleia.

Tem que pagar condomínio todo mês? E se o condomínio não for pago?

A taxa de condomínio é uma taxa obrigatória e deve ser paga todos os meses.

Se o condômino não estiver morando no imóvel e esteja, por exemplo, disponibilizando a unidade dele para ser alugada, ainda sim ele é obrigado a arcar com este custo que pode ser repassado ao inquilino.

No caso de inadimplência as consequências variam de condomínio para condomínio, pois assim como a forma de fazer o cálculo varia, a punição também.

Ela também estará prevista na Convenção de Condomínio.

Alguns exemplos de punições são: pagar multa e juros, ser negativado e incluído em sistemas de proteção ao crédito, ser impedido de votar em assembleias no condomínio, e até perder o imóvel.

Esperamos que tenha ficado tudo claro e que você esteja ciente antes de se tornar o novo condômino!

Tem dúvidas ou precisa de ajuda para encontrar um apartamento com o valor de condomínio que caiba no seu bolso, fale com a Patrimonial!

 (31) 3408-8801 – Fixo

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